Ora et Labora: livro retrata história da paróquia São Bento em Cajuru

Na missa festiva ao padroeiro São Bento, na paróquia dedicada ao santo, em Cajuru, no dia 11 de julho, às 9 horas, será lançado o livro “Ora et Labora: o bicentenário da Carta de Doação de Terras à Capella de São Bento e Sancta Cruz do Cajuru (1821-2021)”, de autoria de Rafael Teruel Coelho, Editora e Gráfica São Francisco, de Ribeirão Preto.

Em carta convite para o lançamento do livro, o pároco da paróquia São Bento, padre Adimilson Carreira, contextualiza o lançamento do livro nas atividades comemorativas ao bicentenário da paróquia. “É com peculiar entusiasmo que oferecemos ao povo de Cajuru esta edição comemorativa do bicentenário da Carta de Doação de Terras, redigida em 1821 por Dona Maria Pires e seus filhos, haja vista a constituição do patrimônio da Paróquia de São Bento. Tais doadores, ao assinarem o referido termo, ofertam a São Bento uma sorte de terras e campos para que nela se construísse uma capela em honra ao abade beneditino. Nascia oficialmente, há quase 200 anos, o primeiro templo católico em Cajuru, localidade plantada em meio ao vasto sertão do Rio Pardo. Em face disso, nosso primeiro movimento comemorativo desse jubileu é a publicação do livro Ora et Labora, de autoria de Rafael Teruel Coelho”

O padre Adimilson ainda ressalta a importância do resgate histórico e da relevância do livro “Ora et Labora, obra perspicaz, elegante e bem-vinda, é um precioso relicário, cujo interior encerra os fatos e as vicissitudes de nossa história eclesial sertanista. O autor, cujo intento lisonjeamos, debruçou-se sobre o acervo histórico da Paróquia de São Bento com destemido empenho, trazendo à luz, exímia e talentosamente, o quotidiano da cristandade cajuruense do passado. O pesquisador Rafael Teruel Coelho, postulante beneditino natural de Cajuru, fez jus à vocação inspirada pelo Abade Bento ao se dedicar, com esmero, lisura e avidez à leitura e ao comentário de quase duzentos anos de vida eclesial, expressos em pouco mais de cinco mil páginas manuscritas de íngreme compreensão”, expressou o pároco.

O livro tem o prefácio de Maria Angela Pimentel Mangeon Elias, professora e vice-presidente da Academia Ituana de Letras, conta com 18 capítulos, epílogo, apêndice e fotos históricas.