Cristãos leigos e leigas: vocacionados a serem sal da terra e luz do mundo

O mês de agosto tem a peculiaridade de nos ajudar a refletir sobre as vocações. O mês vocacional foi instituído pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na 19ª Assembleia Geral dos Bispos, em 1981, e tem a proposta de conscientizar as comunidades da responsabilidade que compartilham no processo de discernimento vocacional. Neste Ano Nacional do Laicato temos a oportunidade de refletir a respeito da vocação dos cristãos leigos e leigas.

Leigos falam do Ano Nacional do Laicato  

Vocação dos Cristãos Leigos: “É a oportunidade dos cristãos leigos e leigas aprofundarem a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão deixando sua marca na história da Igreja testemunhando Jesus Cristo” Elaine Moraes (Paróquia Santa    Goretti - Ribeirão   Preto).

Presença dos Cristãos Leigos e Leigas: “É unirmos forças com toda a Igreja, recordarmos e deixarmos acontecer através da fé revigorada, a missão de fazermos a diferença em todos os lugares que atuamos, pela alegria e o acolhimento espelhados no amor maior, que vem de Jesus Cristo”, Regiane Bim (Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Jardinópolis).

Papel dos Cristãos Leigos e Leigas: “A celebração do ano do laicato é muito pertinente e de grande necessidade.  Pois a realidade das nossas paróquias e comunidades são semelhantes no aspecto da falta de comprometimento dos leigos no seu papel na Igreja.  Hoje os leigos atuantes são os mesmos na Igreja e nas pastorais e são poucos que se dedicam fielmente ao seu papel. O que espero com a celebração do ano do laicato é que consigamos despertar essa vocação no coração dos leigos abrir-lhes os olhos para demonstrar a importância e a preciosidade que são para a nossa igreja e para a nossa comunidade.  Com isso manteremos a nossa igreja viva no caminho da evangelização e da missão”, Fabrízio Leite (Paróquia Santo Antônio de Pádua - Ribeirão Preto)

Testemunho dos Cristãos Leigos e Leigas: “A importância reside no fato de lembrar aos leigos que eles são discípulos e missionários, encarregados que foram por Deus no batismo e na confirmação e na busca da conversão precisam ser sal, luz e fermento, com muita esperança e fé”, Marcelo Dentelo (Paróquia Nossa Senhora das Graças - Ribeirão Preto).