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09/04
2015

Semana Santa

Celebração da Paixão e Morte de Jesus Cristo na Catedral de RP

Na Sexta-feira Santa, 03 de abril de 2015, s 15 horas, na Catedral Metropolitana de São Sebastião, em Ribeirão Preto (SP), o arcebispo dom Moacir Silva, presidiu a Celebração da Paixão e Morte de Jesus Cristo


Celebração da Paixão e Morte de Jesus Cristo na Catedral de RP

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Na Sexta-feira Santa, 03 de abril de 2015, s 15 horas, na Catedral Metropolitana de São Sebastião, em Ribeirão Preto (SP), o arcebispo dom Moacir Silva, presidiu a Celebração da Paixão e Morte de Jesus Cristo, com as presenças dos padres Francisco Jaber Zanardo Moussa e Cônego Antônio Garcia Felix.

A Sexta-feira da Paixão do Senhor celebra a Morte salvadora do Senhor: sua entrega de amor ao Pai e ao mundo, na plena solidariedade com o ser humano. Celebra o mistério não pela Eucaristia, mas pela Celebração da Palavra que é completada pelas preces universais, a Adoração da Cruz e a Santa Comunhão eucarística.

Na reflexão da Palavra de Deus, o arcebispo dom Moacir, explicou o sentido e a importância de meditarmos a respeito do sacrifício de Jesus Cristo. Estamos celebrando a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo pelo qual a morte foi destruída. Na Sexta-feira santa a Igreja debruça-se sobre o sacrifício da cruz por meio da celebração da Palavra de Deus. Neste dia a liturgia deseja beber diretamente na fonte que é o mistério pascal. A Sexta-feira Santa é um dia polarizado, liturgicamente, em torno da Paixão do Senhor e de sua morte na cruz. Deus Pai, nem mesmo Jesus quiseram a paixão, o sofrimento, a morte violenta por si mesma, pois são realidades negativas, sem valor próprio. O valor da dor e da morte de Cristo tem sua raiz no significado que recebem de uma finalidade superior, ou seja, a salvação do homem, do homem a quem Deus ama. Temos uma verdade central de nossa fé, de fato, Deus amou tanto o mundo que lhe deu seu
Filho único para que todo que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna, explicou o arcebispo.

Dom Moacir também salientou a respeito da entrega e obediência de Jesus ao projeto do Pai, mesmo diante do medo e das aflições humanas, Jesus foi obediente para cumprir a vontade do Pai, e assim resgatar a nossa humanidade. Naquele momento todo universo moral da culpa pesava sobre a alma de Jesus. O Senhor fez recair sobre Ele a iniquidade de todos nós. Ele é o Cordeiro de Deus que carrega sobre si os pecados do mundo. A verdadeira cruz que Jesus tomou sobre os ombros, que carregou até o calvário e na qual foi pregado em seguida e nela morreu foi o pecado: o meu pecado, o seu pecado, o nosso pecado, que levou Jesus a morte de cruz. Jesus aceita o plano do Pai, abraço o plano do Pai: não se faça a minha vontade, mas a Tua vontade. Esse é o motivo e a razão da obediência de Cristo vontade do Pai que é a salvação do homem e de toda a humanidade, salientou dom Moacir.

E, ainda acrescentou: Cada um de nós pode dizer sem receio de errar: Cristo amou e entregou-se a si mesmo por cada um de nós. O amor que testemunha a sua cruz é única força capaz de mudar o mundo se nós que somos seus discípulos seguirmos o seu exemplo. Que o Senhor nos ajude nesse caminho de amor, hoje e sempre, amém!, concluiu dom Moacir.

Procissão do Enterro Ainda na Sexta-feira da Paixão do Senhor, ao menos 1,8 mil fiéis, participaram da Procissão do Enterro, na Catedral Metropolitana, s 19h30, que simboliza na fé cristã o cortejo em que os discípulos Jesus Cristo levaram seu corpo ao sepulcro. A procissão, com os andores de Nosso Senhor Morto e de Nossa Senhora das Dores, percorreu as ruas do centro, e depois os fiéis retornaram Catedral para momentos de adoração e orações.


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