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07/12
2015

Jubileu Extraordinário da Misericórdia - Ano Santo

Jubileu Extraordinário da Misericórdia na Arquidiocese de Ribeirão Preto

Na Arquidiocese de Ribeirão Preto, a Abertura da Porta Santa, será no dia 13 de dezembro, s 15 horas, III Domingo do Advento, em Ribeirão Preto. A Celebração Eucarística será precedida por uma pequena peregrinação


Jubileu Extraordinário da Misericórdia na Arquidiocese de Ribeirão Preto

O papa Francisco, no dia 13 de março, proclamou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia que terá início com a abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro a 8 de dezembro de 2015, na Solenidade da Imaculada Conceição e será encerrado no dia 20 de novembro de 2016, na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.

Na Arquidiocese de Ribeirão Preto, a Abertura da Porta Santa, será no dia 13 de dezembro, s 15 horas, III Domingo do Advento, em Ribeirão Preto. A Celebração Eucarística será precedida por uma pequena peregrinação (procissão), por isso todos devem se dirigir a Paróquia São José (Padres Agostinianos), na Rua José 743, onde iniciaremos a peregrinação até a Catedral Metropolitana de São Sebastião. Na chegada Catedral, o arcebispo dom Moacir Silva, presidirá o rito de Abertura da Porta Santa desta Catedral e, em seguida, terá início a celebração eucarística.

Lembramos ainda, que os paramentos litúrgicos dos padres e diáconos serão de cor roxa e as Paróquias e Casas Religiosas receberão no final da celebração um sinal para marcar o Ano Santo (Círio da Misericórdia). O Círio será acesso em todas as celebrações do Ano Santo. Dom Moacir, ao final da celebração, entregará os círios aos Vigários Forâneos em exercício, e após a bênção final, eles entregarão a cada paróquia (foranias). As Casas Religiosas receberão o Círio entregue pelos representantes da Conferência dos Religiosos do Brasil Núcleo Ribeirão Preto, padre Tiago Nigro e Madre Maria Lúcia dos Santos.


Ano Santo da Misericórdia: entenda o significado

O Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização preparou também um site com todas as informações e notícias sobre o ano jubilar. Acesse AQUI.

O que é o Ano Santo?

O Papa Francisco anunciou o Jubileu do Ano Santo da Misericórdia por meio da Bula de Proclamação Misericordiae Vultus (O Rosto da Misericórdia). O Jubileu inicia em 08 de dezembro de 2015 e se concluirá no dia 20 de novembro de 2016, com a Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo.

A celebração do Jubileu se origina no judaísmo. Consistia em uma comemoração de um ano sabático que tinha um significado especial. A festa se realizava a cada 50 anos. Durante o ano os escravos eram libertados, restituíam-se as propriedades s pessoas que as haviam perdido, perdoavam-se as dívidas, as terras deviam permanecer sem cultivar e se descansava. Era um ano de reconciliação geral. Na Bíblia, encontramos algumas passagens dessa celebração judaica (cf. Lv 25,8).

O que significa Jubileu?

A palavra Jubileu se inspira no termo hebreu de yobel, que se refere ao chifre do cordeiro que servia como instrumento musical. Jubileu, também tem uma raiz latina, iubilum que representa um grito de alegria. Na tradição católica, o Jubileu consiste em que durante um ano se concedem indulgências aos fiéis que cumprem certas disposições estabelecidas pelo Papa. O Jubileu pode ser ordinário ou extraordinário. A celebração do Ano Santo Ordinário acontece em um intervalo a cada 25 anos, com o objetivo de que cada geração experimente pelo menos uma em sua vida. Já o Ano Santo Extraordinário se proclama como celebração de um fato destacado. O Jubileu proclamado pelo Papa Francisco é um Ano Santo Extraordinário. um convite para que, de maneira mais intensa, fixemos o olhar na Misericórdia do Pai.

Por que abrir uma porta no Ano Santo?

A Porta Santa, na Basílica de São Pedro, em Roma, só se abre durante um Ano Santo e significa que se abre um caminho extraordinário para a salvação. Na cerimônia de abertura, o Papa toca a porta com um martelo 3 vezes enquanto diz: Abram-me as portas da justiça; entrando por elas confessarei ao Senhor. Depois de aberta, entoa-se um canto de Ação de Graças e o Papa atravessa esta porta com seus colaboradores.

O que fazer nesse ano?

Na Bula Misericordiae Vultus, o Papa Francisco sugere algumas iniciativas que podem ser vividas em diferentes etapas:

Realizar peregrinações;
Praticar as obras de misericórdia;
Intensificar a oração;
Passar pela Porta Santa em Roma ou na Diocese;
Perdoar a todos;
Buscar o Sacramento da Reconciliação;
Superar a corrupção;
Receber a indulgência;
Participar da Eucaristia;
Fortalecer o ecumenismo;
Converter-se.

O que é a indulgência?

Indulgência é a remissão diante de Deus da pena devida aos pecados, cuja culpa já foi perdoada. Cada vez que alguém se arrepende e se confessa, é perdoado a culpa dos pecados cometidos, mas não a pena. Por exemplo, se alguém mata uma pessoa e se arrepende, depois pede perdão e procura o Sacramento da Penitência, receberá o perdão. Contudo, como repassar o mal cometido que tirou a vida de alguém? Por isso permanece uma pena após o perdão. Essa situação pode ter um indulto, uma indulgência, que a Igreja oferece em certas condições especiais e quando o fiel está bem disposto a buscar a santidade de vida, aproximando-se cada vez mais de Deus. A Igreja pode oferecer a indulgência pelos méritos de Cristo, de Maria e dos santos que sempre participam da obra da salvação. Sobre isso, escreveu o Papa Francisco: No sacramento da Reconciliação, Deus perdoa os pecados, que são verdadeiramente apagados; mas o cunho negativo que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e pensamentos permanecem. A misericórdia de Deus, porém, é mais forte também do que isso. Ela torna-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado, habilitando-o a agir com caridade, a crescer no amor em vez de recair no pecado (Misericordiae Vultus, 22).

Como receber a indulgência?

Para receber a indulgência todos são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e Celebração da Eucaristia com uma reflexão sobre a Misericórdia. Será necessário acompanhar essas celebrações com a profissão de fé e com a oração pelo Papa, para o bem da Igreja e do mundo inteiro.

Há indulgências para os falecidos?

A indulgência pode ser obtida também para os que faleceram. A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na Celebração Eucarística, também podemos, no grande mistério da Comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraça-los na felicidade sem fim.

E os doentes e idosos?

Para eles será de grande ajuda viver a enfermidade e o sofrimento como experiência de proximidade ao Senhor que no mistério da sua paixão, morte e ressurreição indica o caminho para dar sentido dor e solidão. Viver com fé e esperança este momento de provocação, recebendo a comunhão ou participando na Celebração Eucarística e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação, será, para eles, o modo de obter a indulgência jubilar.

As obras de misericórdia

A experiência da misericórdia torna-se visível pelo testemunho concreto. Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente, obterá a indulgência jubilar.

Obras corporais

Dar de comer aos famintos;
Dar de beber aos que tem sede;
Vestir os nus;
Acolher o estrangeiro;
Visitar os enfermos;
Visitar os encarcerados;
Sepultar os mortos.

Obras espirituais

Aconselhar os duvidosos;
Ensinar os ignorantes;
Admoestar os pecadores;
Consolar os aflitos;
Perdoar as ofensas;
Suportar com paciência as injustiças;
Rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos.

Com informações do Jubileu da Misericórdia da Arquidiocese de Porto Alegre


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