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10/12
2015

Jubileu Extraordinário da Misericórdia - Ano Santo

Abertura da Porta Santa: restauração da porta principal da Catedral

Na Arquidiocese de Ribeirão Preto, a Abertura da Porta Santa, será no dia 13 de dezembro, s 15 horas, III Domingo do Advento, em Ribeirão Preto.


Abertura da Porta Santa: restauração da porta principal da Catedral

Acesse o site oficial do Ano Santo da Misericórdia

O papa Francisco, no dia 13 de março, proclamou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia que teve início com a abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro a 8 de dezembro de 2015, na Solenidade da Imaculada Conceição e será encerrado no dia 20 de novembro de 2016, na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.

Na Arquidiocese de Ribeirão Preto, a Abertura da Porta Santa, será no dia 13 de dezembro, s 15 horas, III Domingo do Advento, em Ribeirão Preto. A Celebração Eucarística será precedida por uma pequena peregrinação (procissão), por isso todos devem se dirigir a Paróquia São José (Padres Agostinianos), na Rua José 743, onde iniciaremos a peregrinação até a Catedral Metropolitana de São Sebastião. Na chegada Catedral, o arcebispo dom Moacir Silva, presidirá o rito de Abertura da Porta Santa desta Catedral e, em seguida, terá início a celebração eucarística.

Lembramos ainda, que os paramentos litúrgicos dos padres e diáconos serão de cor roxa e as Paróquias e Casas Religiosas receberão no final da celebração um sinal para marcar o Ano Santo (Círio da Misericórdia). O Círio será acesso em todas as celebrações do Ano Santo. Dom Moacir, ao final da celebração, entregará os círios aos Vigários Forâneos em exercício, e após a bênção final, eles entregarão a cada paróquia (foranias). As Casas Religiosas receberão o Círio entregue pelos representantes da Conferência dos Religiosos do Brasil Núcleo Ribeirão Preto, padre Tiago Nigro e Madre Maria Lúcia dos Santos.

Porta Santa

O Jubileu da Misericórdia foi proclamado pelo Papa Francisco para ser vivido intensamente em cada Igreja particular, permitindo assim a qualquer pessoa encontrar a misericórdia de Deus Pai através da missão viva da Igreja. O sinal mais evidente de tal pastoral é a possibilidade de abrir as Portas da Misericórdia em cada diocese. Estas portas, semelhantes s Portas Santas das Basílicas papais de Roma, permitirão fazer a peregrinação jubilar também queles que não puderem vir a Roma.

O Jubileu da Misericórdia teve início com a abertura da Porta Santa na Catedral de Bangui, na República Centro-Africana, no dia 29 de novembro. No dia 8 de dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, foi a vez da abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro, algo que não acontecia desde 2000. Esta porta é aberta apenas durante o Ano Santo, permanecendo fechada no restante do tempo, e existem portas santas nas quatro basílicas papais: São Pedro, São João de Latrão, São Paulo fora de muros e Santa Maria Maior.

Na Catequese, em 18 de novembro, na Praça de São Pedro, o papa Francisco refletiu sobre o Ano Santo da Misericórdia e explicou o sentido da Porta Santa. Com essa reflexão chegamos ao limiar do Jubileu, que está próximo. Diante de nós está a porta, mas não somente a Porta Santa, outra: a grande porta da Misericórdia de Deus e essa é uma porta bela! , que acolhe o nosso arrependimento oferecendo a graça do seu perdão. A porta é generosamente aberta, é preciso um pouco de coragem da nossa parte para cruzar o limiar. Cada um de nós tem dentro de si coisas que pesam. Todos somos pecadores! Aproveitemos esse momento que vem e cruzemos o limiar dessa misericórdia de Deus que nunca se cansa de perdoar, nunca se cansa de nos esperar! Ele nos olha, está sempre próximo a nós. Coragem! Entremos por essa porta!.

O Ano Santo da Misericórdia, de acordo com o papa Francisco, passa pela peregrinação e a entrada pela Porta Santa, mas devem estar unidos em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e celebração da santa Eucaristia com uma reflexão sobre a misericórdia.

O papa Francisco, em carta ao Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, orienta os fiéis a viverem a experiência da misericórdia no Ano Santo: "O meu pensamento dirige-se, em primeiro lugar, a todos os fiéis que em cada Diocese, ou como peregrinos em Roma, viverem a graça do Jubileu. Espero que a indulgência jubilar chegue a cada um como uma experiência genuína da misericórdia de Deus, a qual vai ao encontro de todos com o rosto do Pai que acolhe e perdoa, esquecendo completamente o pecado cometido. Para viver e obter a indulgência os fiéis são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. Estabeleço igualmente que se possa obter a indulgência nos Santuários onde se abrir a Porta da Misericórdia e nas igrejas que tradicionalmente são identificadas como Jubilares. importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e celebração da santa Eucaristia com uma reflexão sobre a misericórdia. Será necessário acompanhar estas celebrações com a profissão de fé e com a oração por mim e pelas intenções que trago no coração para o bem da Igreja e do mundo inteiro".




Restauro da Porta principal da Catedral

A porta principal da Catedral Metropolitana de São Sebastião, em Ribeirão Preto, está sendo restaurada, por ocasião da Abertura da Porta Santa na Arquidiocese de Ribeirão Preto, no domingo, 13 de dezembro.

A porta principal, chamada de bronze, feita em duas folhas, é um dos elementos arquitetônicos que compõem as maravilhas da catedral, inaugurada em 18 de novembro de 1954, e tem um significado especial por contar por meio de escudos a história da Diocese, hoje Arquidiocese.

Na folha direita, estão sucessivamente os escudos, em bronze: do santo padre o papa Pio XII, gloriosamente reinante; de Dom Alberto José Gonçalves, 1 Bispo diocesano; e de São Sebastião, orago da catedral e patrono da cidade de Ribeirão Preto.

Na folha esquerda, estão os escudos em bronze: de D. Luis do Amaral Mousinho, 3 bispo; e de Dom Manuel da Silveira dElboux, 2 Bispo diocesano, e o escudo do município de Ribeirão Preto. Na parte posterior da porta, em letras de bronze, estão os nomes e as datas referentes aos escudos, com a expressão latina ad perpetuam rei memoriam (em português, para perpetuar a memória dos fatos).


Carta do Papa Francisco




Ao Venerado Irmão
D. Rino Fisichella
Presidente do Pontifício Conselho
para a Promoção da Nova Evangelização


A proximidade do Jubileu Extraordinário da Misericórdia permite-me focar alguns pontos sobre os quais considero importante intervir para consentir que a celebração do Ano Santo seja para todos os crentes um verdadeiro momento de encontro com a misericórdia de Deus. Com efeito, desejo que o Jubileu seja uma experiência viva da proximidade do Pai, como se quiséssemos sentir pessoalmente a sua ternura, para que a fé de cada crente se revigore e assim o testemunho se torne cada vez mais eficaz.

O meu pensamento dirige-se, em primeiro lugar, a todos os fiéis que em cada Diocese, ou como peregrinos em Roma, viverem a graça do Jubileu. Espero que a indulgência jubilar chegue a cada um como uma experiência genuína da misericórdia de Deus, a qual vai ao encontro de todos com o rosto do Pai que acolhe e perdoa, esquecendo completamente o pecado cometido. Para viver e obter a indulgência os fiéis são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. Estabeleço igualmente que se possa obter a indulgência nos Santuários onde se abrir a Porta da Misericórdia e nas igrejas que tradicionalmente são identificadas como Jubilares. importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e celebração da santa Eucaristia com uma reflexão sobre a misericórdia. Será necessário acompanhar estas celebrações com a profissão de fé e com a oração por mim e pelas intenções que trago no coração para o bem da Igreja e do mundo inteiro.

Penso também em quantos, por diversos motivos, estiverem impossibilitados de ir até Porta Santa, sobretudo os doentes e as pessoas idosas e sós, que muitas vezes se encontram em condições de não poder sair de casa. Para eles será de grande ajuda viver a enfermidade e o sofrimento como experiência de proximidade ao Senhor que no mistério da sua paixão, morte e ressurreição indica a via mestra para dar sentido dor e solidão. Viver com fé e esperança jubilosa este momento de provação, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação, será para eles o modo de obter a indulgência jubilar. O meu pensamento dirige-se também aos encarcerados, que experimentam a limitação da sua liberdade. O Jubileu constituiu sempre a oportunidade de uma grande amnistia, destinada a envolver muitas pessoas que, mesmo merecedoras de punição, todavia tomaram consciência da injustiça perpetrada e desejam sinceramente inserir-se de novo na sociedade, oferecendo o seu contributo honesto. A todos eles chegue concretamente a misericórdia do Pai que quer estar próximo de quem mais necessita do seu perdão. Nas capelas dos cárceres poderão obter a indulgência, e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também transformar as grades em experiência de liberdade.

Eu pedi que a Igreja redescubra neste tempo jubilar a riqueza contida nas obras de misericórdia corporais e espirituais. De facto, a experiência da misericórdia torna-se visível no testemunho de sinais concretos como o próprio Jesus nos ensinou. Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem dúvida a indulgência jubilar. Daqui o compromisso a viver de misericórdia para alcançar a graça do perdão completo e exaustivo pela força do amor do Pai que não exclui ninguém. Portanto, tratar-se-á de uma indulgência jubilar plena, fruto do próprio evento que é celebrado e vivido com fé, esperança e caridade.

Enfim, a indulgência jubilar pode ser obtida também para quantos faleceram. A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na celebração eucarística, também podemos, no grande mistério da comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na beatitude sem fim.

Um dos graves problemas do nosso tempo é certamente a alterada relação com a vida. Uma mentalidade muito difundida já fez perder a necessária sensibilidade pessoal e social pelo acolhimento de uma nova vida. O drama do aborto é vivido por alguns com uma consciência superficial, quase sem se dar conta do gravíssimo mal que um gesto semelhante comporta. Muitos outros, ao contrário, mesmo vivendo este momento como uma derrota, julgam que não têm outro caminho a percorrer. Penso, de maneira particular, em todas as mulheres que recorreram ao aborto. Conheço bem os condicionamentos que as levaram a tomar esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que traziam no seu coração a cicatriz causada por esta escolha sofrida e dolorosa. O que aconteceu é profundamente injusto; contudo, só a sua verdadeira compreensão pode impedir que se perca a esperança. O perdão de Deus não pode ser negado a quem quer que esteja arrependido, sobretudo quando com coração sincero se aproxima do Sacramento da Confissão para obter a reconciliação com o Pai. Também por este motivo, não obstante qualquer disposição em contrário, decidi conceder a todos os sacerdotes para o Ano Jubilar a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado. Os sacerdotes se preparem para esta grande tarefa sabendo conjugar palavras de acolhimento genuíno com uma reflexão que ajude a compreender o pecado cometido, e indicar um percurso de conversão autêntica para conseguir entender o verdadeiro e generoso perdão do Pai, que tudo renova com a sua presença.

Uma última consideração é dirigida aos fiéis que por diversos motivos sentem o desejo de frequentar as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade São Pio X. Este Ano Jubilar da Misericórdia não exclui ninguém. De diversas partes, alguns irmãos Bispos referiram-me acerca da sua boa fé e prática sacramental, porém unida dificuldade de viver uma condição pastoralmente árdua. Confio que no futuro próximo se possam encontrar soluções para recuperar a plena comunhão com os sacerdotes e os superiores da Fraternidade. Entretanto, movido pela exigência de corresponder ao bem destes fiéis, estabeleço por minha própria vontade que quantos, durante o Ano Santo da Misericórdia, se aproximarem para celebrar o Sacramento da Reconciliação junto dos sacerdotes da Fraternidade São Pio X, recebam validamente e licitamente a absolvição dos seus pecados.

Confiando na intercessão da Mãe da Misericórdia, recomendo sua protecção a preparação deste Jubileu Extraordinário.
Vaticano, 1 de Setembro de 2015

Franciscus


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