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26/09
2017

3ª urgência: Igreja, lugar de animação bíblica da vida e da pastoral

Estudo bíblico na abertura do Mês da Bíblia

Neste ano de 2017 o livro escolhido para o Mês da Bíblia foi a Primeira Carta de Paulo aos Tessalonicenses. Na Arquidiocese de Ribeirão Preto, um encontro de estudo bíblico, no dia 3 de setembro,


Estudo bíblico na abertura do Mês da Bíblia

Há 45 anos a Igreja no Brasil dedica o mês de setembro como o Mês da Bíblia. O Mês da Bíblia surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte, Minas Gerais, e foi levado adiante com a colaboração efetiva do Serviço de Animação Bíblica – Paulinas (SAB), até posteriormente ser assumido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e estender-se ao âmbito nacional.

Neste ano de 2017 o livro escolhido para o Mês da Bíblia foi a Primeira Carta de Paulo aos Tessalonicenses. Na Arquidiocese de Ribeirão Preto, um encontro de estudo bíblico, no dia 3 de setembro, no Salão Dom Alberto, em Ribeirão Preto, reuniu 60 participantes e marcou a abertura arquidiocesana do Mês da Bíblica, como explicou o padre Pedro Luis Schiavinato, referencial da terceira urgência pastoral, Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral. “O mês de setembro é o mês da Bíblia e pastoralmente a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) incentiva que todas as paróquias e comunidades divulguem ainda mais as Sagradas Escrituras. Na verdade, todo dia é o dia da Bíblia, mas no mês de setembro, a Igreja no Brasil coloca em evidência maior a Palavra de Deus. Para esse ano é proposto o estudo da Primeira Carta de Paulo aos Tessalonicenses e apresenta o tema: ‘Para que n’Ele nossos povos tenham vida’ e o lema: ‘Anunciar o Evangelho e doar a própria vida’. O mês de setembro sendo o mês da bíblia nos convida a estudarmos a carta aos Tessalonicenses, mas também entrar em contato maior com a Palavra de Deus, dedicar-se ao estudo da Palavra de Deus, porque quem estuda e quem conhece a Palavra de Deus necessariamente vai amá-la ainda mais”, explicou padre Pedro.

A assessoria do estudo foi do padre Luciano Zilli, mestre em Ciências Bíblicas e Arqueologia em Israel, e presbítero da Arquidiocese de Palmas. Padre Zilli comentou a importância do estudo bíblico. “Estamos fazendo o estudo da Primeira Carta aos Tessalonicenses conforme projeto da CNBB para o mês da Bíblia. E o objetivo é estimular a leitura desta carta paulina e aprofundar o sentido desta carta para a nossa vida pastoral e de fé. O lema ‘Anunciar o Evangelho e doar a própria vida’ escrito por Paulo é um modelo de missionário que anunciou o Evangelho até as últimas consequências doando a sua própria vida até o martírio. E, nós hoje, ainda enfrentamos esse desafio de anunciar o Evangelho a todas as criaturas até os confins do mundo, nos grandes centros urbanos, e para isso é necessário encontrar pessoas, cristãos fiéis, que doam a sua vida, que acreditem no Evangelho e façam do Evangelho um imperativo da própria vida”, comentou padre Zilli.

A participante do estudo bíblico, Esmeralda dos Santos Vital Donati, da cidade de Cravinhos, destacou a necessidade dos leigos aprofundarem o estudo da Palavra de Deus. “A Bíblia é tudo na vida da gente e nós precisamos conhecer mais a Palavra de Deus, porque é a base e a cada dia precisamos estar aprendendo mais. Cada leitura que fazemos da Bíblia a gente aprende sempre mais. Todo cristão precisa estudar e aprofundar o entendimento da Bíblia”, ressaltou Esmeralda.

Lucina Lombardi, da paróquia Santa Ângela, de Ribeirão Preto, apontou a importância de vivenciarmos e aplicarmos a Palavra de Deus no dia a dia. “Nós estamos vivenciando o mês da Bíblia. Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, argumentar, corrigir, educar, conforme a justiça de Deus. Nós que fazemos parte desta Igreja que é missionária por natureza temos que nos encorajar pelo estudo da Palavra de Deus que nos dará condições de vivenciar esta Palavra e levar a todos que não a conhecem. Esta é a nossa missão: anunciar para que Nele tenham vida”, destacou Luciana.

Após a exposição feita pelo padre Zilli, os participantes se reuniram em grupos para abordar três questões: 1) Como anunciar o Evangelho e doar a própria vida? 2) Tenho/Temos cultivado as virtudes da fé, esperança e caridade? e 3) Quais são as ‘tribulações’ dos tempos atuais que nos impedem de anunciar o Evangelho da vida? Depois das reflexões os grupos partilharam as conclusões em plenário. 



Padre Luciano Zilli


Padre Pedro Schiavinato




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