Assembleia diocesana do Movimento Cursilhos de Cristandades em Franca

Assembleia diocesana do Movimento Cursilhos de Cristandades em Franca

O Grupo Executivo Regional (GER) Sul 1 Ribeirão Preto do Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC), sediado em Ribeirão Preto, no triênio 2022/2024, no mês de agosto, esteve presente na assessoria da assembleia do Grupo Executivo Diocesano (GED) da diocese de Franca, onde a atual coordenação encerra o ciclo de estar presente em todas as Assembleias Diocesana (AD) do regional. O tema central da assembleia foi a reflexão a partir do método “Ver –Discernir – Agir” sobre a DIMENSÃO: Humanização a partir da eucaristia.

A Assembleia Diocesana eletiva do Grupo Executivo Diocesano (GED) da diocese de Franca, ocorreu em 04 de agosto, na casa das Irmãs Pobres de Jesus – Fraternidade o Caminho, e contou com a assessoria na dimensão do “Ver, Discernir e Agir”, do Coordenador Sebastião Luiz da Silva Junior (Juninho); da Conselheira Daniela Rezende da Silva, e dos Secretários Arley Oliveira e Glaucia Oliveira, ambos do GER Sul 1 Ribeirão Preto. Estiveram presentes os membros dos setores São Joaquim da Barra e Franca; e os membros da coordenação: Lauro, Paulo e Cláudia, e o Assessor Eclesiástico padres: Idair Perina e Raphael Romão.

A temática da exposição da metodologia “Ver, Discernir e Agir”, fez a memória: Tema: Sinodalidade na Missão do MCC; Lema: Preservar a unidade do Espírito (EF 4,3), praticando a verdade em Amor (EF 4,15); Dimensão: Humanização a partir da Eucaristia.

O Assessor Eclesiástico Pe. Idair Perina, celebrou uma missa aos presentes, após celebração houve o encerramento da Assembleia Diocesana de Franca.


Ver: Um Mundo de Costa para Deus a Sociedade desumanizada

A reflexão de Dom Antônio de Assis, Bispo de Belém (PA), nos ajuda a refletir sobre os desafios, e lembra que não foi diferente com as primeiras comunidades que viviam sérios problemas internos: divisão, disputas, exclusão, rixas, destemperança, egoísmo, insensibilidade, embriagues etc. (cf. 1Cor 11, 17-19). O apóstolo Paulo chama a atenção da comunidade para a coerência de vida daqueles que recebiam a Eucaristia. Essa preocupação é sempre válida para toda a Igreja nos seus mais variados níveis. O contexto sociocultural e pastoral em que vivemos, nos apresenta muitos desafios que podem contribuir para uma espécie de “dessignificação” do Sacramento da Eucaristia.

De fato, há lugares onde se verifica um abandono quase completo do culto de adoração eucarística. Num contexto eclesial ou outro, existem abusos que contribuem para obscurecer a reta fé e a doutrina católica acerca deste admirável sacramento. Às vezes transparece uma compreensão muito redutiva do mistério eucarístico. Despojado do seu valor sacrificial, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesa. Além disso, a necessidade do sacerdócio ministerial, que assenta na sucessão apostólica, fica às vezes obscurecida, e a sacramentalidade da Eucaristia é reduzida à simples eficácia do anúncio. Aparecem depois, aqui e além, iniciativas ecuménicas que, embora bem-intencionadas, levam a práticas na Eucaristia contrárias à disciplina que serve à Igreja para exprimir a sua fé. Como não manifestar profunda mágoa por tudo isto? A Eucaristia é um dom demasiado grande para suportar ambiguidades e reduções. (ECCLESIA DE EUCHARISTIA – São João Paulo 11)

Discernir: Humanização a partir da Eucaristia

A participação na Eucaristia nos conduz a amizade que busca, dia a dia, a concórdia entre todos. Celebrar com os amigos, nos ensina que nossos olhos não podem estar unicamente para nós mesmos, pois assim experimentamos constantemente o eterno vazio da individualidade. Na Eucaristia renovamos o compromisso com a amizade cristã, esta que ensina uma premissa para todo aquele que desejar viver feliz em si: é simplesmente estar disposto a viver também pelo outro.

Maria: Mulher Eucarística: Se a Igreja e Eucaristia são uma realidade indivisível, Maria e Eucaristia o são igualmente. O cristão que comunga bem assume com liberdade e responsabilidade o projeto de Deus revelado em Jesus Cristo como oferenda, oferta aos irmãos e irmãs numa atitude de serviço. Maria colocou-se como a serva do Senhor.

Agir: Testemunho da eucaristia na vida dos santos

O ser humano é amado por Deus de tal forma que aquele que comunga pode dizer como o apóstolo Paulo: “Já não sou eu que vivo, mas é o próprio Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20). A pessoa se alimenta do Pão da Vida que vem dar sentido e orientação à sua existência (Jo 6, 24-40). A Aliança é recordada nas próprias palavras de Jesus, dando uma dimensão nova e original ao compromisso com Deus. Tudo isso é sacrifício de louvor e ação de graças por tantas maravilhas operadas por Ele em favor da humanidade.

É a propiciação que faz surgir uma nova ordem, onde Deus realiza e se materializa em seu filho Jesus Cristo. Essa dualidade é uma parte central da fé cristã e está ligada à ideia de que Jesus, sendo divino, é capaz de redimir a humanidade de seus pecados e estabelecer uma conexão entre Deus e as pessoas. A Missa, sacramento central da fé cristã, tem o poder de humanizar os fiéis em todos os ambientes. Assim, ao sermos reumanizados pela Eucaristia, nos tornamos verdadeiros discípulos de Jesus, testemunhando o seu amor e sua misericórdia em todas as esferas de nossa vida.

DECOLORES! VIVA A VIDA!

Grupo Executivo Regional (GER) Sul 1 Ribeirão Preto
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