Catequistas realizam a XV Concentração Arquidiocesana no Ano Jubilar

Com o tema: “Catequista Mistagogo de Oração e Esperança”, aconteceu, em 17 de agosto, Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria, a “XV Concentração Arquidiocesana de Catequistas da Arquidiocese de Ribeirão Preto” e “Jubileu dos Catequistas”, no Centro de Eventos da Paróquia São Pedro Apóstolo, em Jurucê, Jardinópolis. O evento começou às 7h com a acolhida de ao menos 750 catequistas no centro de eventos; e às 8h, o início da celebração Eucarística presidida pelo arcebispo dom Moacir Silva, e na sequência o café comunitário. O tema central contou com a assessoria do padre Antônio Elcio de Souza, Vigário Geral da Arquidiocese. No período da tarde, os catequistas fizeram a peregrinação do Ano Jubilar, saindo em carreata até o Santuário Arquidiocesano Senhor Bom Jesus da Lapa, em Jardinópolis, para o encerramento com a Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Jubileu: O assessor da Comissão para Animação Bíblico-Catequética, padre Marcelo Luiz Machado destacou o jubileu de cristal das concentrações arquidiocesanas: “Há mais de 15 anos, nós realizamos esse momento no mês vocacional, ressaltando a importância da missão e da vocação do catequista na nossa arquidiocese. E nesse ano, de maneira especial, celebrar o ‘Jubileu dos Catequistas’, como um momento de comunhão, de participação, de valorizar esse trabalho tão significativo em todas as paróquias. Então, é uma forma de acolhermos cada um dos leigos que, conosco aqui, em cada coordenação, realizam bem o seu trabalho junto com as crianças, com os jovens, com os adultos. Portanto, que esse momento também possa fortalecer os laços da unidade da nossa arquidiocese”.

A coordenadora da Comissão para Animação Bíblico-Catequética, Renata Regiane Roque, expressou a gratidão e alegria pela presença dos catequistas neste Ano Jubilar. “Mais uma vez, é uma alegria muito grande ver essa unidade da nossa catequese, da nossa concentração, catequistas de todas as foranias, demonstrando a alegria, o amor ao chamado de Deus, de ser catequista, deixando hoje, domingo, suas casas, suas famílias para estar aqui, nesse momento de formação, de união, de alegria. Então, o meu sentimento é só de gratidão mesmo e, como diz o Papa Francisco, precisamos estar sempre juntos, caminhando juntos, para que a gente possa fazer a nossa igreja realmente crescer cada vez mais”.

Homilia

No início da homilia o arcebispo agradeceu o serviço e dedicação dos catequistas na evangelização e refletiu a liturgia da Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria. “Queridos irmãos e irmãs, catequistas de nossa Arquidiocese. Primeiramente, obrigado pelo que vocês são e significam para nossa Igreja local. O catequista é um cristão, uma cristã que recebe o chamado particular de Deus que, acolhido na fé, o capacita ao serviço da transmissão da fé e à missão de iniciar à vida cristã. Por este chamado, o catequista é feito partícipe da missão de Jesus de introduzir os discípulos em sua relação filial com o Pai. Que belo chamado! Estamos celebrando a Solenidade da Assunção da Virgem Maria. No final da Constituição sobre a Igreja, o Concílio Vaticano II deixou-nos uma meditação belíssima sobre Maria Santíssima. Destaco apenas as expressões que se referem ao mistério que celebramos hoje. A primeira é esta: ‘A Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha de culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao Céu em corpo e alma e exaltada por Deus como Rainha’ (LG, 59). Em seguida, perto do final do documento, encontramos esta expressão: ‘A Mãe de Jesus, assim como, glorificada já em corpo e alma, é imagem e início da Igreja que há de se consumar no século futuro, assim também na terra brilha como sinal de esperança segura e de consolação, para o Povo de Deus ainda peregrinante, até que chegue o dia do Senhor’ (LG, 68). À luz deste belíssimo ícone de Nossa Mãe, podemos considerar a mensagem contida na Palavra de Deus que acabamos de ouvir. Podemos nos concentrar em três palavras-chave: luta, ressurreição e esperança”.

Tema Central: O padre Antônio Élcio de Souza abordou o tema central a partir da obra: “XI Sulão de Catequese: Catequista, mistagogo da oração e da esperança”, publicada pela Editora Vozes, e entregue aos catequistas na recepção da concentração. A obra tem como autores os padres Wilson Da Mota Fernandes, e Marcelo Luiz Machado. A obra busca aprofundar a missão do catequista como mistagogo e guardião da memória de Deus e que reflete, como marca registrada de seu amadurecimento na fé, a alegria e a esperança ancoradas no amor de Deus. Na experiência jubilosa deste Ano Santo é oferecido o convite para o catequista testemunhar, de modo credível e atraente, as razões de sua fé.

@catequese.rp

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